Das lágrimas no asfalto
Dos postes que já não choram luz
Dos espelhos dos prédios
Odeio os cinzas , amo os azuis
Dos sorrisos do cobrador da van
Das mesas do botequim
Do trem que eu fui sentado
Da roupa no manequim
Das tintas nas paredes
Das cores das pessoas Foram as coisas que gostei
Isso não é pra ser um soneto
Por aqui findei.
#nãoépoesia